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Os prefeitos de seis municípios do litoral traçam estratégias para quitar dívidas deixadas no Samu


Prefeitos do litoral discutiram na manhã de terça-feira (dia 22), na sala de reuniões da Prefeitura de Paranaguá, a situação do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Litoral do Paraná (Cislipa), responsável pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A dívida herdada pelo novo grupo de administradores é de R$ 1.679.566,89, incluindo vencimentos de médicos do mês de novembro e folha de pagamento de todos os funcionários de dezembro, além de encargos trabalhistas e gastos com luz, água, telefone e manutenção do prédio onde funciona a Central de Regulação e das ambulâncias. 

Pelos dados apresentados por técnicos que atuam no Samu, os municípios do litoral e os governos do Estado e federal devem cerca de R$ 1 milhão em repasses. Para que as dívidas deixem de existir haverá parcelamento de tributos federais e negociação, principalmente com os médicos, tendo em vista que houve erro no valor estabelecido. São R$ 117 por hora trabalhada, enquanto a média no Paraná não passa de R$ 90. 
Uma estratégia para melhorar o funcionamento do Samu é fazer a adequação dos repasses. Quanto aos valores compulsórios federal e estadual será criado um único fundo municipal mediante pactuação bipartite. Haverá ainda desconto dos valores de rateio diretamente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Também será feito estudo para substituição de funcionários, que poderão ser cedidos pelos próprios municípios, dependendo da função, para diminuir os custos.