Por Luiza Rampelotti
No último sábado (17), a pista de skate Edlei Antônio da Silva, localizada no Aeroparque, em Paranaguá, recebeu um evento que uniu esporte, arte urbana e mobilização comunitária. A ação foi promovida pela Mangle Skateboard, em parceria com o projeto Pguá Mais Cores, e contou com o apoio institucional da Prefeitura, por meio das secretarias municipais de Cultura e Patrimônio Histórico e de Esportes.
A programação teve início nas primeiras horas da manhã com um grande mutirão de pintura colaborativa dos obstáculos da pista. “Crianças, jovens e adultos se envolveram diretamente na revitalização do espaço, que ganhou novas cores, formas e vida com o objetivo de fortalecer o vínculo entre a comunidade e o skate”, disse João Ricardo, um dos idealizadores do projeto Pguá Mais Cores, em entrevista à Ilha do Mel FM.
No período da tarde, o foco foi a pintura artística do bowl – obstáculo em formato de piscina usado para manobras mais avançadas. O local, que já era referência entre skatistas da cidade, agora também se destaca como uma galeria a céu aberto da arte urbana parnanguara.
Além da intervenção artística, o evento também teve espaço para a adrenalina e a competição. Skatistas de várias idades participaram do Game Skate e da Best Trick, uma espécie de campeonato de melhor manobra, com inscrições solidárias. Para participar, cada competidor doou 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a instituições assistenciais do município.
João Ricardo destacou o envolvimento da comunidade e agradeceu o apoio recebido. Segundo ele, a realização do mutirão só foi possível graças à mobilização de voluntários, ao apoio institucional da Prefeitura de Paranaguá e à colaboração de lojistas e empresários locais.
“Agradecemos a todos que colocaram a mão na massa para transformar a pista. Foi um esforço coletivo que uniu arte, esporte e cidadania”, afirmou.
Ele também ressaltou a presença do público durante todo o dia. “Ver os skatistas, as famílias e a comunidade participando, curtindo música, pintando junto… Isso mostra que esse espaço é nosso, vivo, e pode ser ainda mais valorizado”, completou.




















