A morte de Kemily Lorrana Cain, de 19 anos, ocorrida na madrugada de sábado, 28, na cidade de Matinhos, está sendo investigada pela equipe da Polícia Civil. Kemily foi levada por um grupo de amigos para a emergência da UPA – Unidade de Pronto Atendimento, instalada no balneário Praia Grande.
De acordo com a equipe que estava de plantão na unidade de saúde, Kemily chegou morta no local. em roupas íntimas, com o corpo molhado e cheio de areia, a jovem foi submetida ao protocolo de reanimação, mas não respondeu ao procedimento e o óbito foi declarado pela equipe médica.
Acionadas para atender a ocorrência, já que o grupo que acompanhava a vítima promovia tumulto na unidade de saúde, equipes da Guarda Civil Municipal abordaram dois rapazes, de 18 e 21 anos, respectivamente, uma jovem, de 18 anos, e uma adolescente, de 17 anos, moradores na cidade de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
Os abordados relataram que conheceram Kemily pelas redes sociais e marcaram uma viagem até o litoral do estado. Todos teriam se encontrado na cidade de Pinhais e durante o trajeto, ao parar em um posto de combustíveis, perceberam que Kemily saiu bastante alterada do banheiro.
Contida, o grupo seguiu viagem até a cidade de Matinhos. Ao chegar na praia central, Kemily permaneceu no interior do automóvel VW Gol, com o rapaz, de 18 anos, e a adolescente. Os outros ocupantes do veículo desceram e foram até a faixa de areia.
Percebendo uma movimentação estranha no interior do carro, a jovem, de 18 anos, correu até o local onde ele estava estacionado e percebeu que Kemily estava com parte do rosto “arroxeado”.
De acordo com a jovem, ao visualizar o quartel do Corpo de Bombeiros nas proximidades, todos seguiram no veículo e tentaram acionar a guarnição. Sem êxito, pediram ajuda para um popular que passava pelo local.
O homem, de 29 anos, indicou o caminho mais rápido para a UPA – Unidade de Pronto Atendimento, no balneário Praia Grande.
POLÍCIA CIENTÍFICA
O corpo de Kemily, que morava na cidade de Imbituva, na região Sudeste do estado, foi recolhido pela Polícia Científica e encaminhado para o necrotério do órgão estadual, em Paranaguá, onde passou por exames complementares.
A causa da morte ainda não foi identificada.
Policiais civis estiveram na UPA e ouviram os envolvidos.
IDENTIFICAÇÃO
A identificação da vítima só foi possível após uma ligação de familiares para o plantão da Delegacia Cidadã.
Até aquele momento, o corpo estava identificado com outro nome, já que o documento, apresentado na portaria da unidade de saúde, era de outra pessoa.
LIBERADO
O corpo de Kemily foi reconhecido oficialmente por familiares e liberado pela Polícia Científica.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.
Foto: Redes Sociais








