O Núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná deflagrou na manhã desta segunda-feira, 29, a Operação Hubris, que apura a possível prática de extorsão, tortura, sequestro e outros crimes, praticados por dois policiais militares lotados no litoral do Estado.
Foram cumpridos dois mandados de prisão no município de Pontal do Paraná.
As ordens judiciais foram expedidas pela Vara da Auditoria da Justiça Militar.
A operação contou com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.
TORTURA
As prisões são decorrentes da investigação conduzida na Operação Sanctus, deflagrada em 28 de janeiro, quando os investigados foram alvo de buscas domiciliares.
No curso das investigações foram encontradas provas de torturas cometidas pelos policiais militares em uma casa de veraneio e na sede da 5ª Companhia da Polícia Militar em Pontal do Paraná, o que justificou a decretação da prisão preventiva dos investigados.
DENÚNCIA
Parte das condutas apuradas foi objeto de denúncia oferecida nos autos de ação penal º 0007545-56.2026.8.16.0013, a qual já recebida pelo Poder Judiciário.
Com informações e fotos da Assessoria de Comunicação MPPR







